quarta-feira, 5 de junho de 2013

Artes Visuais - Teoria Crítica da Arte Brasileira

                                                             Artes Visuais
                                            Teoria Crítica da Arte Brasileira
           Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa) nasceu em Vila Rica no ano de 1730 (não há registros oficiais sobre esta data). Era filho de uma escrava com um mestre-de-obras português. Iniciou sua vida artística ainda na infância, observando o trabalho de seu pai que também era entalhador.
Por volta de 40 anos de idade, começa a desenvolver uma doença degenerativa nas articulações. Não se sabe exatamente qual foi a doença, mas provavelmente pode ter sido hanseníase ou alguma doença reumática. Aos poucos, foi perdendo os movimentos dos pés e mãos. Pedia a um ajudante para amarrar as ferramentas em seus punhos para poder esculpir e entalhar. Demonstra um esforço fora do comum para continuar com sua arte. Mesmo com todas as limitações, continua trabalhando na construção de igrejas e altares nas cidades de Minas Gerais. 
Na fase anterior a doença, suas obras são marcadas pelo equilíbrio, harmonia e serenidade. São desta época a Igreja São Francisco de Assis,  Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões (as duas na cidade de Ouro Preto). 
 Profeta Daniel (pedra sabão), Santuário de Bom Jesus de Matosinhos (Congonhas-MG)
Já com a doença, Aleijadinho começa a dar um tom mais expressionista às suas obras de arte. É deste período o conjunto de esculturas Os Passos da Paixão e Os Doze Profetas, da Igreja de Bom Jesus de Matosinhos, na cidade de Congonhas do Campo. O trabalho artístico formado por 66 imagens religiosas esculpidas em madeira e 12 feitas de pedra-sabão, é considerado um dos mais importantes e representativos do barroco brasileiro. 


                                             Adriana Varejão

Adriana Varejão vive e trabalha no Rio de Janeiro, onde nasceu. Realizou sua primeira exposição individual em 1988 e na mesma época participou de uma coletiva no Stedelijk Museum, Amsterdã. Participou de importantes Bienais como Veneza e São Paulo e sua obra já foi mostrada em grandes instituições internacionais como MOMA (NY), Fundação Cartier em Paris, Centro Cultural de Belém em Lisboa e Hara Museum em Tóquio. Em 2008, foi inaugurado um pavilhão com obras suas no Centro de Arte Contemporânea Inhotimem Minas Gerais. Adriana está presente em acervos de importantes instituições, entre elas Tate Modern em Londres, Fundação Cartier (Paris), Stedelijk Museum (Amsterdã), Guggenheim (Nova Iorque) e Hara Museum (Tóquio).

A carioca, Adriana Varejão, é uma das mais bem sucedidas artistas no circuito mundial. Sua obra tem como base o período colonial brasileiro. Ela se inspira, ainda, nos botequins cariocas e nos banheiros públicos.

Descrição: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhE__e_QQ4H32W-jfbgJwXFEPb8NLJZw_SWWIxKzduMtVjBmJqEUDN3ztA29JMutUg2_F8DvOGXMHezDeMQnXm_n4fqqsoiRv_VmnRdJdxxNYRonuAm1d67NIBH_guYV7BgtrWkE_yn4nw/s320/Adriana+Varej%C3%A3o+.arte_facto+hereges+pervers%C3%B5es+03.JPG

Através da releitura de elementos visuais incorporados à cultura brasileira pela colonização, como a pintura de azulejos portugueses, ou a referência à crueza e agressividade da matéria, a artista discute relações paradoxais entre sensualidade e dor, violência e exuberância. Seus trabalhos abordam questões tradicionais da pintura, como cor, textura e perspectiva.



                                          Pedro Américo



                    Pedro Américo foi um destacado pintor brasileiro no século XIX.
Filho de Daniel Eduardo de Figueiredo e Feliciana Cirne, Pedro Américo de Figueiredo e Melo nasceu no dia 29 de abril de 1843 na cidade de Areia, estado da Paraíba. Proveniente de uma família de poucos recursos, juntamente com seu irmão Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo seguiu pelo caminho da arte desde cedo. A família, como um todo, tinha vínculos com a arte, e o talento de Pedro Américo logo se destacou, repercutiu pela cidade sua capacidade em desenhar.
O jovem Pedro Américo impressionou o viajante francês Louis Jacques Brunet, que decidiu levar o talentoso menino em uma expedição. Foram vinte meses viajando pelo Nordeste do Brasil. Em 1854, Pedro Américo foi para o Rio de Janeiro estudar no Colégio Dom Pedro II, onde mais uma vez se destacou. Não tardou para que entrasse na 
Academia
 Imperial de Belas Artes e conquistasse sucesso. O próprio imperador o concedeu uma pensão para que estudasse na Europa.
Entre 1859 e 1864, Pedro Américo estudou na École de Beaux-Arts, em Paris. Foi discípulo de um dos mais importantes pintores do neoclassicismo francês, Ingres, e viajou por diversas capitais europeias para ampliar o conhecimento. Voltou ao Brasil e foi aprovado em concurso para ser Professor da Academia Imperial de Belas Artes. Um novo retorno à Europa lhe rendeu o título de Doutor em Ciências Naturais ao defender sua tese em Bruxelas.
Novamente no Brasil, casou-se com a filha de Manuel de Araújo Porto-alegre, Carlota de Araújo Porto-alegre, e dedicou-se ao ensino da pintura. Foi uma fase em que produziu diversas obras importantes, incluindo retratos de celebridades. A consagração veio com o quadro Batalha do Avaí, uma das obras mais importantes do nacionalismo romântico no Brasil.
Pedro Américo foi um pintor muito marcante do período imperial brasileiro, mas manteve seu prestígio com a Proclamação da República. Enquanto outros pintores de sua geração foram levados ao ostracismo, como Victor Meirelles, o talentoso pintor da Paraíba continuou produzindo importantes obras. Chegou até a ocupar o cargo de deputado no Congresso Constituinte, por Pernambuco, em 1890. Foi autor de importantes obras de arte da República também, como o quadro Tiradentes Supliciado, que se encontra no Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG).
Pedro Américo foi também historiador, filósofo, escritor, romancista e poeta. Mas, sem dúvida, seu grande destaque foi como pintor. Sua obra esteve inserida na arte neoclássica, privilegiando temas históricos e personificações. Suas pinturas são fundamentais para se compreender o patriotismo criado entre os brasileiros. Pedro Américo é considerado um inovador na pintura brasileira e, pelo seu talento, recebeu variados prêmios nacionais e internacionais. Muitas de suas obras entraram para o imaginário coletivo, sendo reproduzidas em diversas ocasiões. Entre as pinturas mais importantes, além das já citadas, estão: A Batalha do Campo GrandeA Fala do TronoIndependência ou Morte e Paz e Concórdia.
Sofrendo desde a infância com beribéri, Pedro Américo praticamente ficou cego, além de empobrecido com a crise nacional no começo da República. Faleceu no dia 7 de outubro de 1905 e foi provisoriamente sepultado no Rio de Janeiro. Somente mais tarde seu corpo foi transferido para sua cidade natal, Areia.
Fontes:
CHRISTO, Maraliz de Castro Vieira. Pintura, história e heróis no século XIX: Pedro Américo e Tiradentes Esquartejado. Tese de Doutorado, UNICAMP, 2006.
FERNANDES, Cybele V. F. A construção simbólica da nação: A pintura e a escultura nas Exposições Gerais da Academia Imperial das Belas Artes. In: 19&20 – A revista eletrônica de DezenoveVinte. Volume II, n. 4, outubro de 2007.
MACHADO, Vladimir. Pedro Américo.


Descrição: http://www.dezenovevinte.net/obras/pa_foto_arquivos/img002.jpg
PEDRO AMÉRICO: Batalha de Campo Grande, 1871.
Óleo sobre tela, 332 x 530 cm.
Petrópolis, Museu Imperial.


Vik Muniz
Vicente José de Oliveira Muniz (São Paulo, 20 de dezembro de 1961) mais conhecido como Vik Muniz, é um artista plásticobrasileiro radicado em Nova York, que faz experimentos com novas mídias e materiais.
Foi aluno da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), onde frequentou aulas do curso de Publicidade e Propaganda.Suas obras são feitas normalmente de coisas que nem imaginávamos , como lixo reciclável . Vik Muniz fez duas réplicas detalhadas da Mona Lisa de Leonardo da Vinci: uma feita com geleia e outra com manteiga de amendoim. Também trabalhou com açúcar, fios, arame, e xarope de chocolate, com o qual produziu uma recriação da Última Ceia de Leonardo. Reinterpretou várias pinturas de Monet, incluindo pinturas da catedral de Rouen, que Muniz produziu com pequenas porções de pigmento aspergidas sobre uma superfície plana. Ele fez as imagens com açúcar mascavo.1
Em seu quadro de Sigmund Freud, usou calda de chocolate para criar a imagem. Para sua série Sugar Children (Crianças do Açúcar), Muniz foi para uma plantação de açúcar em St. Kitts para fotografar filhos de operários que trabalham lá. Após voltar para Nova York, ele comprou papel preto e vários tipos de açúcar, e copiou os instantâneos das crianças espalhando os diferentes tipos de açúcar sobre o papel e fotografando-o.
A obra de Vik Muniz questiona e tensiona os limites da representação. Apropriando-se de matérias-primas como algodão, açúcar, chocolate, e até lixo, o artista meticulosamente compõe imagens icônicas e lhes repropõe significações. O objeto final de sua produção mais conhecida atualmente é a fotografia, mas sua obra já transitou pelo tridimensiona pelo desenho e até pela escultura.
Descrição: http://www.nararoesler.com.br/conteudos/obras/gd/narcisus8x10300_300_low_1344968782.jpg
Narciso, a partir de Caravaggio
2005
cópia cromogênica digital
224 x 180 cm


Mestre Ataíde

Mestre Ataíde, batizado como Manuel da Costa Ataíde, nasceu no dia 18 de outubro de 1762 em Mariana, cidade mineira. Ele foi um dos pintores, douradores, artífices na arte da encarnação, entalhadores e professores brasileiros mais importantes de sua época. Este significativo criador do período barroco de Minas Gerais exerceu uma intensa ascendência sobre os artistas de sua terra natal, pois exercitou com maestria o papel de mestre, daí sua alcunha, na formação de pupilos e adeptos.
Descrição: http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2011/03/mestre-ataide-300x201.jpgSeus sucessores ainda adotavam as mesmas técnicas de Ataíde em meados do século XIX, especialmente os métodos de elaboração de perspectivas das abóbadas dos templos religiosos. Ninguém sabe definir exatamente em que momento o Mestre iniciou suas atividades artísticas. Sua primeira obra a vir a público é a corporificação de dois ícones de Jesus para a Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo, no ano de 1781.
Ele legou à posteridade vários painéis e quadros elaborados em 18 santuários mineiros; sua herança mais célebre é a pintura da elevação de Maria aos céus na abóbada da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, a mesma na qual o famoso Aleijadinho, seu contemporâneo, produziu esculturas e ornamentos elaborados com massa de estuque.
Embora fosse um professor realmente competente, o artista lutou inutilmente, em 1818, para conquistar a licença oficial que lhe permitiria instituir uma escola de arte em sua terra natal. No período que se estende de 1781 a 1818, Ataíde dourou e encarnou, ou seja, conferiu um significado às pinturas de Aleijadinho, as quais ocuparam um espaço importante na Igreja do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo.
No ano de 1801 o Mestre recebeu a atribuição de ornamentar a Igreja de São Francisco, em Ouro Preto. Aí ele pintou a abóbada do templo e o retábulo da sacristia, representando São Francisco assistido pelos anjos em quatro momentos:São Pedro, Santa Margarida de Cortona, Santa Clara e São Francisco em agonia, além de seis cenas da trajetória de Abraão, especificamente criadas para o espaço da capela-mor.
Ataíde produziu igualmente obras-de-arte para os templos de Santo Antônio do Ribeirão de Santa Bárbara, Santo Antônio de Itaperava e Nossa Senhora do Carmo de Ouro Preto. Após sua morte, no dia 2 de fevereiro de 1830, em Mariana, foram encontrados entre seus pertences alguns livros técnicos e teses teóricas como a ‘Perspectivae Pictorum Architectorum, de Andrea Pozzo. Nestas obras o artista possivelmente encontrou o suporte necessário para a formação artística.
Um dos traços dominantes em sua produção é o uso de colorações vivazes, particularmente o azul, cor predileta. Nos seus trabalhos as criaturas angélicas, madonas e seres santificados aparecem revestidos de qualidades típicas das civilizações africanas.


Painel “A Última Ceia” (Colégio do Caraça – 1828). A única obra de cavalete realizada pelo Pintor.

Descrição: a ultima ceia mestre ataide



                                     Beatriz Milhazes

                                                 Beatriz Milhazes (Rio de Janeiro, 1960) é uma pintora, gravadora, ilustradora e professora do Brasil. Freqüentou cursos de arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lago e em várias universidades dos Estados Unidos da América.3 Vem destacando-se em exposições no exterior, sua obra é caracterizada pela utilização de cores e formas geométricas. 

Descrição: File:Beatriz Milhazes - Popeye - 2008.jpg
Beatriz_Milhazes_-_Popeye_-_2008.jpg ‎(282 × 400 pixels, file size: 38 KB, MIME type: image/jpeg)

                                            
              Anita Malfatti
                  Descrição: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/14/Anita_Malfatti_jovem_(1912).jpg

Anita Catarina Malfatti foi uma pintora, desenhista, gravadora e professora brasileira.
Nascimento2 de dezembro de 1889, São Paulo, São Paulo
Falecimento6 de novembro de 1964, São Paulo, São Paulo
PeríodoModernismo

Anita passava os dias pintando ao ar livre, e ao anoitecer ouvia as aulas inspiradas de Homer Boss. Nesse ambiente de liberdade e inspiração, a artista explorou as influências expressionistas adquiridas durante seu aprendizado anterior na Alemanha. Em obras como A Ventania A Onda, a paisagem local é representada como uma força selvagem, agressiva e dinâmica, e o uso da deformação expressa certa inquietação do olhar humano diante da natureza.
Descrição: http://obrasanitamalfatti.files.wordpress.com/2010/03/aventania-191517-oleostela-51x61-col-palaciodosbandeirantes-sp.jpg?w=500&h=401
A Ventania. 1915-17. óleo s/ tela (51x61). Col. Palácio dos Bandeirantes, SP.
Descrição: http://obrasanitamalfatti.files.wordpress.com/2010/03/aonda-191517-oelosmadeira-265x36-col-paulopradoneto-sp.jpg?w=500&h=349
                  A Onda. 1915-17. óelo s/ madeira (26,5x36). Col. Paulo Prado Neto, SP.
Uma das obras mais conhecidas desse período é O Farol. Nessa pintura, assim como em O Barco, a paisagem está mais harmonizada com a presença 
humana
,  através das edificações que compõem o cenário. O uso da deformação é sensivelmente menor, em contrapartida Anita utiliza exemplarmente a principal característica do seu expressionismo: as cores abundantes e vivas, a chamada “Festa da Cor”.


                                          Felipe Morozini

Hoje é o aniversário da maior e mais fascinante cidade do Brasil, aquela que fabrica, nada menos do que, 15 milhões de pãezinhosDescrição: http://hipsterizando.files.wordpress.com/2011/01/morozini2.jpg?w=510 por dia.  Comemorando 457 anos, São Paulo não para de nos surpreender com números, imagens, espetáculos e muita cultura.  E em meio ao concreto bruto dos milhares de prédios da cidade, um artista que já é conhecido pelos seus trabalhos originas e inovadores, mostrou através do seu olhar uma visão poética e muito mais colorida da cidade de São Paulo. Felipe Morozini fotografou durante 10 anos a cidade, e percebeu que nas quase 10 mil fotos tiradas a cor cinza era predominante. Foi aí que ele resolveu colorir à mão algumas das imagens, criando um híbrido genial, dando origem ao seu mais recente projeto, o Last Floor Project. O resultado dessas belíssimas imagens rendeu uma série de seis camisetas para a marca Billabong, em parceria com a Água Schin. A coleção foi chamada “Gallery Series by Felipe Morozini”.
Descrição: http://hipsterizando.files.wordpress.com/2011/01/morizini5.jpg?w=510Descrição: http://hipsterizando.files.wordpress.com/2011/01/morozini3.jpg?w=510Descrição: http://hipsterizando.files.wordpress.com/2011/01/morizini8.jpg?w=510Descrição: http://hipsterizando.files.wordpress.com/2011/01/morizini7.jpg?w=510
                                    Entrevista com um artista.
                                          “Daniel Grafiteiro “
Daniel conhecido como Del,moro em Carapicuíba São Paulo,desde de pequeno tenho o dom para o desenho sempre gostei de desenhar sempre quis fazer um curso para deque ri técnicas, mas as condições de papai e mamãe não permitia. Sempre pensativo com um sonho de se torna  um grande grafiteiro me dedicava todo o estante pintando nos muro,tecidos até que um dia me identifiquei com o grafite de painel infantil foi me aperfeiçoado e vendendo para as decoradoras. Comecei a ganhar dinheiro e fui me aperfeiçoando hoje me considero muito bom no que faço cada dia pinto com mas facilidade e com mas emoções cada painel é um sono realizado.
Com a conquista do meu trabalho hoje faço faculdade de Artes e também sou professor de Artes sou muito feliz por te me estruturado no mercado de trabalho ter conquistado meus cliente e mais feliz por hoje está cursando o nível superior e transmitindo o que sei fazer de melhor que é ensinar a arte.     
Cursando o nível superior estou aprendendo as técnicas e as teorias sobre os grande pintor como é bom olhar hoje uma obras de arte e saber um pouco de sua história. A história dos grafiteiros hoje eu acredito que faço parti desse artista pois trabalhar com pintura infantil é de um valor sonoro muito grande me sento realizado hoje nunca é tarde para recomeçar .    

Descrição: http://sphotos-a.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash3/64140_476294812437321_861103870_n.jpg

Descrição: http://images.orkut.com/orkut/photos/PQAAAJZKqHPgcCTOPrtvBPpZfP89g85f5sejMIthZkNffOi-vacFgikDlbQ9He9HmqFqXsdxjbcORYDKt7iHXjU2hQ0Am1T1UKAMdAS33b9GKRnq3vGXuQVdw8gB.jpgDescrição: http://sphotos-h.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/v/907260_183787341771101_340019526_n.jpg?oh=cecfc4781d2dd29c6a9e347035a2915b&oe=51AED96E&__gda__=1370423327_a48edd03f980f70d4b5e94d9bbda75dd




Descrição: http://img6.orkut.com/images/milieu/1274077116/1274105073454/59277098/ln/Z1e7znpo.jpg?ver=1274105074

Descrição: http://images.orkut.com/orkut/photos/PQAAABH2IWwEVRoYHWHVUDjrxhXDDAtUkS_D6hh6xJqFA1iDutYm1_F4GFmQqJ7IJxfvYN9z-xROLfVukz5763iPEUUAm1T1UPnkheWIRF1N7c0BdpAINjw4Bn-j.jpg

Descrição: http://images.orkut.com/orkut/photos/PQAAAFW015fOW7PYBjdbOJoNENl8RphPeuEZwriaEHO-KV2w0TpVjXS2QjITGcUFVWGj9dgODk1Iv5DeqCidgwwe-ZUAm1T1UAIyqSaqhgC5DEskmlWbIyGgSeTj.jpg

Descrição: http://images.orkut.com/orkut/photos/PQAAABP4Q4e6dRoQXsOodEjGnL8pJ5zEWELznUjw77Venpch9-C7fKnkJUoCFb5XzyqpvCSpgpM8HLLY6-n3E9ybSk8Am1T1UOuBtYUv2nJJXaTSvst6TjREPkAT.jpg

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Teoria e Crítica da Arte - Vida e obra Uma artista brasileiro “ Tarsila do Amaral”


           Teoria e Crítica da Arte                          
            Vida e obra Uma artista brasileiro “ Tarsila do Amaral” 

Tarsila do Amaral nasceu em Capivari no dia 1 de setembro de 1886 e faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973. Foi uma desenhista e pintora brasileira, uma das pessoas centrais da pintura brasileira e da primeira fase do modernista brasileiro.

Ela começou a aprender pintura em 1917, com Pedro Alexandrino Borges e depois estudou com o alemão George Fischer Elpons. Em 1920, viajou para Paris e freqüentou a Academia Julian, onde desenhava nus e modelos vivos intensamente.
Apesar de ter tido contato com as novas tendências e vanguardas, Tarsila somente aderiu às idéias modernistas ao voltar ao Brasil, em 1922. Numa confeitaria paulistana, foi apresentada por Anita Malfatti aos modernista Oswald de Andrade, Mário de


Andrade e Menotti Del Picchia. Esses novos amigos passaram a freqüentar seu atelier, formando o Grupo dos Cinco.
Em janeiro de 1923, na Europa , Tarsila se uniu a Oswald de Andrade e o casal viajou por Portugal e Espanha. De volta a Paris, estudou com os artistas cubistas: freqüentou a Academia de Lhote, conheceu Pablo Picasso e tornou-se amiga do pintor Fernand Léger, visitando a academia desse mestre do cubismo, de quem Tarsila conservou, principalmente, a técnica lisa de pintura e certa influência do modelado legeriano.

Em 1965, separada de Luís e vivendo sozinha,  ela fez uma cirurgia de coluna, pois sentia muitas dores, e um erro médico a deixou paralítica, permanecendo em cadeira de rodas até seus últimos dias.
Em 1966, Tarsila perdeu sua única filha, Dulce, que faleceu de um ataque de diabetes. Nesses tempos difíceis, Tarsila declara, em entrevista, sua aproximação ao espiritismo.
A partir daí, passa a vender seus quadros, doando parte do dinheiro obtido a uma instituição administrada por Chico Xavier, de quem se torna amiga.
Ela faleceu no Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, em 17 de janeiro de 1973 devido a depressão. Foi enterrada no Cemitério da Consolação de vestido branco, conforme seu desejo.
A Negra - Esta tela foi pintada por Tarsila em Paris, enquanto tomava aulas com Fernand Léger. A tela o impressionou tanto que ele a mostrou para todos os seus alunos, dizendo que se tratava de um trabalho excepcional. Em A Negra temos elementos cubistas no fundo da tela e ela também é considerada antecessora da Antropofagia na pintura de Tarsila. Essa negra de seios grandes, fez parte da infância de Tarsila, pois seu pai era um grande fazendeiro, e as negras, geralmente filhas de escravos, eram as amas-secas, espécies de babás que cuidavam das crianças.
Manacá - Linda tela, com um colorido forte. Esta flor é representada por Tarsila de uma maneira particular, bem típica da obra dela.
A Cuca - Tarsila pintou este quadro no começo de 1924 e escreveu à sua filha dizendo que estava fazendo uns quadros "bem brasileiros", e a descreveu como "um bicho esquisito, no meio do mato, com um sapo, um tatu, e outro bicho inventado". Este quadro é também considerado um prenúncio da Antropofagia na obra de Tarsila e foi doado por ela ao Museu de Grenoble na França.
O Pescador - Este quadro tem um colorido excepcional e trata de um tema bem brasileiro: um pescador num lago em meio a uma pequena vila com casinhas e vegetação típica. Este quadro foi exposto em Moscou, na Rússia em 1931 e foi comprado pelo governo russo.